Pegar um ônibus.

Vazio na capital.

É um bom sinal

para sentar.

 

Ler o artigo.

Poemas passando pela janela.

Pedaços de nuvens.

O redor da lua.

 

Vão e vem com a chuva.

Se escondem

quando não há luar.

Escapam palavras que confundem.

 

Esse mundo gira

em curvas dentro de mim.

Carrega pálpebras pesadas

que já não consigo segurar.

 

Fecham e abrem.

Assustadas com o que diz o poeta.

Entendem e deixam-me cochilar

como estrofes cansadas.

 

Noite, noite, no - i -te.

 

 

Me faz lembrar

por onde passei...

Vento que nunca

me deixa desistir.

 

Me ensina

a respirar e voar

na sua liberdade:

O caminho até chegar a Ti...

 

Refresca as muitas tardes

e alegra minhas manhãs

com o sorriso do sol...

E quando...

 

Eu abrir os olhos,

ainda ouça as águas

e sinta o céu

abrigar os meus pés,

 

Distantes do frio...

 

 

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